"Frente Alternativa Contra o Establishment" afirma combater arbitrariedades praticadas pelos outros serviços
A tradução do nome explica a semelhança com o Facebook. A sigla para "Frente Alternativa Contra o Establishment" representa a missão de se tornar uma alternativa "às restrições das redes sociais mais conhecidas".
Segundo comunicado, a plataforma funciona desde 9 de julho para "gerar um canal de comunicação e interação comunitária sem as arbitrariedades e modelos impostos pelas demais redes sociais, desenhadas e operadas fora da América Latina por corporações multinacionais".
Pablo Lenz, um dos criadores, afirma que o "Facepopular" espera atingir 100 mil novos usuários em breve. Nesta segunda-feira, uma mensagem na página inicial informa que mais cadastros só serão liberados nos próximos dias.
Segundo a agência de notÃcias AFP, em meio à s semelhanças com o Facebook, destaca-se um espaço diferente chamado "Os indesejáveis da semana". O canal é dedicado a quem contrariar os "princÃpios propostos pela rede alternativa", segundo Lenz, ligado à presidente argentina, Cristina Kirchner.

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